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Setor ferrovirio recebe novos investimentos

(10/10/2018) - As expectativas do setor ferrovirio para 2018 no eram das melhores, em especial devido aos atrasos do governo federal (segundo as operadoras) na renovao das concesses. Porm, nos dois ltimos meses, surgiram boas notcias no setor, como o anncio de investimentos da FCA/VLI e a aprovao de financiamentos do BNDES para a MRS Logistica e para a MRC, envolvendo a compra de 995 vages e de 41 novas locomotivas, alm do retrofitting de 50 locomotivas. No total, o BNDES liberou R$ 488,5 milhes para empresas do setor ferrovirio no final de setembro. Para a MRS Logstica, o banco estatal conceder financiamento de R$ 252,4 milhes, destinado compra de 15 novas locomotivas, revitalizao de outras 50 locomotivas e aquisio de 577 vages. Para a MRC Locao de Equipamentos Ferrovirios, integrante do grupo Mitsui, o BNDES financiar a aquisio de 11 novas locomotivas, no valor de R$ 111,5 milhes. As locomotivas adquiridas pela MRC sero locadas VLI Multimodal para utilizao na Ferrovia Centro Atlntica. O banco tambm aprovou dois financiamentos, no total de R$ 124,6 milhes, para a VLI Multimodal. Um deles voltado compra de 178 vages plataforma para a Ferrovia Centro Atlntica e outro, para a Ferrovia Norte Sul, para a aquisio de 240 vages tipo HFT. Em agosto, a VLI havia informado que estava modernizando a frota de locomotivas da Ferrovia Centro-Atlntica (FCA) e que at abril de 2019 26 novas mquinas seriam acrescentadas frota. As locomotivas vo aumentar a capacidade de escoamento de cargas do agronegcio, siderurgia e produtos industrializados. Dessas, 11 sero produzidas pela GE (para a MRC) em Contagem (MG). As outras 15 sero produzidas pela EMD em Sete Lagoas (MG). Nos ltimos anos temos atuado forte para modernizar a frota de locomotivas da FCA com o objetivo de gerar mais capacidade de atendimento para escoar cargas na ferrovia. Nesses lotes contamos com mquinas modernas e produzidas no pas. Iniciativas como essa estimulam a indstria nacional, alm de tornar nossas atividades mais sustentveis e econmicas, destaca Gustavo Serro, diretor de Operaes Ferrovirias. Fonte: Usinagem Brasil